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#DezembroLaranja – SBOC faz alerta sobre os cuidados com a pele e os riscos do sol


Com a chegada do verão e dos feriados de fim de ano, o número de pessoas em atividades ao ar livre e com exposição ao sol tende a aumentar. Por isso, para o Dezembro Laranja, mês de conscientização ao câncer de pele, a Sociedade Brasileira de Oncologia Crônica (SBOC) reuniu algumas orientações que podem reduzir os riscos do desenvolvimento de câncer de pele ao longo da vida.



Cuidado com a pele mesmo em dias nublados


Tomar sol é um hábito saudável, mas a exposição excessiva aos raios ultravioletas (UV) é um fator de risco para o câncer de pele, que pode ser carcinoma ou melanoma, este mais agressivo e com alta taxa de mortalidade. As nuvens não protegem da radiação, por isso, para evitar os prejuízos causados pelos raios UV sobre a pele, a SBOC recomenda o uso de protetor solar de fator 30, ou mais, em toda exposição ao ar livre. O uso deve ser mais frequente se a exposição acontecer entre 10h e 16h e se a pessoa tiver pele mais clara, incluindo partes do corpo como mãos, nuca e orelhas.


Observação também é prevenção


Além da proteção diária com o protetor solar, é importante ficar atento às pintas no corpo, tanto ao surgimento de novas manchas na pele ou alterações em manchas já existentes, como modificações de cor, tamanho ou assimetria. Caso isso aconteça, é recomendável procurar um dermatologista para que seja feito o diagnóstico correto. A prevenção pode ser feita seguindo a regra “ABCDE” para avaliar as pintas e manchas:


  • Assimetria: Atenção às pintas assimétricas.

  • Bordas irregulares: Pintas inofensivas geralmente têm bordas uniformes.

  • Cor: Observe com mais atenção aquelas que mudam de cor ou que apresentam cores inusitadas como as brancas, cinzas, vermelhas ou azuis.

  • Diâmetro: Atenção às pintas maiores no corpo.

  • Evolução: Acompanhamento contínuo para checar se houve mudanças de tamanho, forma ou cor nas pintas já existentes.

Tratamento


Para o câncer de pele, a retirada da mancha de forma cirúrgica é o tratamento mais indicado. Dependendo do estágio da doença, a radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas. Nos últimos anos, foram lançados novos medicamentos que apresentaram altas taxas de sucesso para a fase metastática da doença, que pode postergar sua evolução e aumentar a sobrevida do paciente.




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